Perguntas & Respostas

Albuns de Fotos

Mercados de Natal 2011
Aurora Boreal
Noite da Cultura 2011
Festival Viking 2011
Dia da Independencia 2011
Ano Novo 2010-2011
Cachoeira dos Trolls
Noite da Cultura 2010
Festival Viking 2010
Dia da Independência 2010
Mercado de Natal 2009
Bairro Fantasma
Snaefellsnes
Festa brasileira
Estradas
Fogos no ano novo 2008-2009
Vida noturna
Decorações de Natal em Reykjavík
Vila de Natal 2008
Imagens de inverno
Protesto 15 de Novembro
Imagine Peace Tower
Noite da Cultura 2008
Show da Björk
Golden Circle
100 anos de Hafnarfjorður
Passeio aéreo
Mais fotos de Hafnarfjordur
Ano Novo 2007-2008
Decorações de Natal
Vila de Natal
Porto de Hafnarfjordur
Campeonato islandês de futebol
Noite das Luzes em Keflavík
Noite da Cultura em Reykjavík
Festival Viking
Sol da Meia-Noite
Festival de Artes de Reykjavík
Primeiro dia de Verão em Reykjavík
Primavera em Reykjavík
Inverno Islandês
Boneco de Neve
Patos no Tjörnin

Panoramas

Vista de inverno
Lago em Hafnarfjordur
Porto de Hafnarfjordur
Hafnarfjordur Norte
Meio-dia/Meia-noite
Kópavogur Leste
Kópavogur Sul
Reykjavík Norte
Reykjavík Sul




o político e os elfos, um história de amor

Os jornais aqui na Islândia estão reportando que o parlamentar islandês Árni Johnsen transportou nessa semana passada para a casa dele em Höfðaból, nas Vestmannaeyjar (Ilhas dos Homens do Oeste, ao sul da Islândia), uma rocha de 30 toneladas que ele acredita ser a casa de duas famílias de elfos.

elfrock

Tudo começou quando em 2010 Árni Johnsen escapou ileso de um acidente de carro perto dessa rocha, a atribuiu a sua boa sorte à elfos que estariam morando na rocha.

Segundo o folclore islandês, o chamado “povo oculto”, que são de aparência e tamanho bem similar aos humanos, mas invisíveis à não ser quando querem ser vistos, moram em casas invisíveis que para nós parecem ser apenas grandes rochas.

Árni Johnsen contou ao jornal islandês Morgunblaðið que, depois do acidente, ele convidou uma médium e especialista em elfos para visitar o local. Ragnhildur Jónsdóttir, a médium, depois de analisar a rocha, disse que duas famílias de elfos vivem nela em uma casa de dois andares, um casal de idosos, e mais um casal e três crianças. Conversando com os elfos, Ragnhildur teria perguntado à elas se eles precisam de alguma coisa, e eles teriam dito que gostariam de morar em algum lugar com grama porque gostariam de ter ovelhas (animais dos elfos, são também, claro, invisíveis aos humanos).

Foi então que o parlamentar Árni Johnsen, em agradecimento aos elfos terem usado seus poderes mágicos para salvar a vida dele, resolveu transportar a casa dos elfos, a rocha, para o jardim da casa dele em Höfðaból. A rocha de 30 toneladas foi embalada em pele de ovelha para que os elfos viajassem de maneira confortável no navio até Vestmannaeyjar, e assim como para os passageiros humanos no navio, passagens individuais foram compradas para os sete passageiros elfos.

Acho essa parte do folclore islandês, e o fato da crença em espíritos da natureza e elfos sobreviveu ao mundo moderno, uma parte fascinante a cultura da Islândia.

Vamos torcer para que as famílias de elfos se adapte bem na nova vizinhança e que estejam satifeitas com suas ovelhas élficas!
|

Ex-presidente do maior banco islandês terá que pagar dívidas

Sigurður Einarsson era presidente do banco Kaupthing, que era o maior banco islandês até a sua falência durante a crise financeira em 2008. Einarsson tinha obtido um empréstimo do próprio banco no valor de 3 milhões de euros, e nos dias logo antes do colapso do banco ele usou seu poder como presidente do banco para assinar um perdão dessa dívida. Mais e mais casos desse tipo de manipulação ilegal dos registros contábeis dos bancos vem sendo revelados nos anos desde a início da crise, e causando muita raiva dentre o povo islandês no geral.

Alguns dos diretores dos bancos falidos, que tinham de maneira similar obtido grandes empréstimos logo antes das falência dos bancos, já negociaram com o governo o re-pagamento das dívidas. Mas como Sigurður Einarsson se recusou a negociar, o caso foi à justiça.

kaupthing

Ontem, um tribunal em Reykjavík passou julgamento dizendo que a anulação da dívida de Sigurður Einarsson foi ilegal, e que ele deve pagar ao governo, que assumiu as dívidas dos bancos falidos, a quantia total que ele deve, com correção.

Essa notícia me deu esperança de que o sistema de justiça islandês ainda tem a determinação de fazer a coisa certa mesmo contra os ricos e poderosos.
|

…e até aqui, na política, tudo acaba em pizza

haarde

No ano passado o parlamento islandês decidiu que o ex-primeiro ministro Geir Haarde deveria ir à julgamento para responder à acusação de crime de negligência durante o seu governo em relação ao colapso financeiro em 2008. Naquele ano todos os três bancos comerciais islandeses faliram, a moeda islandesa perdeu mais da metade do seu valor, e muitos bilhões de dólares desapareceram do sistema financeiro, tudo isso num espaço de duas semanas em Setembro de 2008, no que foi o maior colapso econômico da história de qualquer país. Em Janeiro de 2009, Geir Haarde e seu partido de direita, o Partido da Independência, caíram durante a "Revolução das Panelas" e a Islândia tem sido governada desde então por uma coalisão de partidos de esquerda.

O julgamento de Geir Haarde, o primeiro governante de um país à respender por alegações de crimes de incompetência no cargo, vem acontecendo nos nesses últimos meses. Os islandeses tem acompanhado de perto os depoimentos de ministros e outros políticos que faziam parte do governo na época da crise, e de economistas e banqueiros.

A procuradora Sigríður Friðjónsdóttir concluiu no seu discuso final que na questão de responsabilidade pessoal de um membro do governo a lei é clara, e que Geir teve várias oportunidades de agir para prevenir o desastre mas escolheu ignorá-las. Já o advogado de defesa, Andri Árnason, disse que fatos importantes sobre a situação do sistema financeiro só foram revelados à Geir quando já era tarde demais.

Hoje saiu o veredito. O ex-primeiro ministro Geir Haarde foi julgado cupado de uma das acusações, e inocentado de outras três. A acusação de que ele foi declarado culpado é a de que ele falhou em seu dever constitucional de se comunicar adequadamente com seus ministros e deixou impropriamente de fazer reuniões de emergência quando era óbvio que o colapso financeiro estava para acontecer. Mas o pior é que apesar de ter sido considerado culpado de um dos crimes de negligência, não haverá penalidade nenhuma. Como é que alguém julgado culpado por um tribunal pode escapar ser punição nenhuma é não só bizarro, mas revoltante. E quem paga por esse festival de pizza? O povo, é claro. Os custos legais desse julgamento, num total de 24 milhões de coroas (cerca de R$357,000 reais) serão pagos pelo governo, quer dize, pelo contribuinte.

Comentando sobre o resultado, Geir Haarde mostrou mais uma vez a arrogância pela qual ele é famoso, e disse que o veredito teve motivação puramente política e que foi "ridículo e uma piada de mal gosto". Ainda, ele disse que vai apelar ao tribunal eurpeu de direitos humanos. Numa entrevista de televisão ontem ele afirmou que os membros do governo atual deviam todos renunciar por ter aprovado esse julgamento, mas ficou mudo quando o entrevistador perguntou porque ele estava pedindo por renúncia quando ele mesmo recusou renunciar quando o colapso financeiro ocorreu em 2008.

Esse resultado foi uma pena, o resultado foi a pizza da impunidade, ao inves de mandar uma mensagem de que há consequências para corrupção e mau governo. Pra mim mais parece uma escolha que permite à ambos os lados da política islandesa, os partidos de esquerda e direita, dizerem que "venceram" nesse julgamento.
|

Música brasileira em rádio islandesa

Quando eu estava dirigindo pro trabalho hoje começou a tocar uma música brasileira no rádio que eu não conhecia. O refrão era "Ai se eu te pego".

Comentei mais tarde com a minha noiva a respeito, e ela me disse que essa música é muito popular aqui no momento e está sempre tocando no rádio.

Vocês conhecem essa música? É popular no Brasil também?
|

Cinco anos de Gelolândia

Nesse mês se completam cinco anos desde a minha mudança aqui para a Gelolândia. São sessenta meses desde aquele dia quando, eu já cansado de morar na mega-metrópole por tantos anos estava deixando a vida britânica para trás, e embarquei no vôo em Londres com a minha namorada com uma passagem só dia ida para a essa rocha no Atlântico Norte, carregando meia dúzia de malas grandes e mais um Violoncelo, que viajou com a passagem em nome de “Mr. Cello” e ocupando a poltrona ao nosso lado no avião. As outras 63 caixas com nossos pertences pessoais chegaram de navio algumas semanas depois num dia de final de Março em que a neve caia e um vento frio soprava do mar em Kopavogur. Eu comecei a trabalhar para a empresa onde ainda trabalho hoje logo na semana depois de ter chegado, e compramos nosso apartamento logo seguida, no primeiro verão daquele ano, e só tínhamos um tv e uma cama para mobiliar o novo lar.

É difícil pra mim olhar para trás e avaliar esses últimos cinco anos e tentar chegar à uma resposta à questão que a ocasião me força à me perguntar: morar na Islândia correspondeu às minhas expectativas, e valeu mesmo à pena ter mudado pra cá?

Responder à essa pergunta é difícil porque, como qualquer outro lugar, a Islândia tem vários aspectos ruins… a falta de variedade no comércio, os preços altos, o isolamento geográfico, os altos impostos no geral e altos impostos de importação que acabam me privando de algumas coisas, a chuva e neve e vento incessantes, alguns aspectos da mentalidade dos islandeses e da sociedade em geral, a falta do que fazer à vezes, os maus motoristas, etc… e a língua, sim eu cito a língua islandesa como um aspecto negativo, para mim que não fui abençoados com o dom para aprender facilmente outros idiomas. Depois de cinco anos por aqui, continuo sem poder conversar com alguém na língua local, ou assistir o noticiário ou ler um jornal.

Mas ainda, claro, os aspectos positivos são vários também, e dentre eles os mais importantes acredito que sejam a segurança, o tempo livre, e a facilidade e rapidez de deslocamento. A questão da segurança é realmente importante. Enquanto arrombamentos de casas são relativamente comuns, por outro lado assaltos e crimes violentos são raros ao extremo. Eu nunca ouvi falar de alguém ser assaltado enquanto caminhando pelas ruas de Reykjavík. Poder andar pelas ruas do centro tarde à noite sem preocupação absolutamente nenhuma é algo que acho que muita gente diria que não tem preço. A questão do tempo livre também é muito importante pra mim, e eu aprecio a reduzida jornada de trabalho que me permite estar em casa antes das 17:00 todos os dias, e o fato de que se nunca se gasta mais de 15 minutos de carro para chegar à qualquer lugar dentro da Grande Reykjavík.

Um outro grande ponto positivo pra mim é que tive a sorte de ter feito bons amigos nesses anos, e meu grupo de amigos está sempre encontrando e fazendo algo divertido juntos.

Enfim, acho que na verdade a questão sobre a qual refleti acima deveria ser reformulada. Deveria ser menos sobre o país e mais sobre a qualidade de vida que morar aqui na Islândia me permite desfrutar. E pensando nesses termos, eu diria sim que sim, a minha mudança foi um sucesso, porque minha qualidade de vida no geral aqui na Islândia é hoje sem dúvida melhor do que nos lugares em que morei antes. Nessa nota positiva, um brinde à esse aniversário de cinco anos… skál!
|

O Monstro do Rio Líquido

lakemonster
(ilustração do artista islandês Hugleikur Dagsson)

Vários leitores do blog comentaram nas últimas semanas sobre a imagem de um suposto monstro que teria sido capturada em video, que vem circulando na midia internacional, inclusive no Brasil. Essa notícia só apareceu na midia aqui na Islândia há poucos dias atrás, e o foco por aqui tem sido mais sobre a fascinação da midia estrangeira com o assunto, do que sobre o monstro em si.

Aqui está o video. A pessoa que filmou disse diz que estava tomando o café da manhã em casa, quando viu um movimento estranho no lago, então correu para pegar a filmadora, e correu até margem do lago para fazer o filme. Os céticos afirmam que esse movimento na superfície da água poderia ter sido causado por um galho de árvore, ou outro objeto, preso na margem. Assista e decida por você mesmo.



Eu sempre tive grande interesse sobre o folclore aqui da Islândia, e já tinha lido sobre esse monstro em alguns dos livros de contos de fadas. O primeiro relato sobre esse monstro foi escrito no ano 1345. Os islandeses o chamam de "Lagarfljótsormur" ou “Verme do Rio Líquido”.

O rio glacial Lagarfljót ("Rio Liquido") fica no leste do país e tem 140km de extensão, nascendo na geleira Eyjabakkajökull (“Geleira do Penhasco da Ilha”). Antes de chegar ao mar, o rio desagua num lago de 53 quilômetros quadrados e 120 metros de profundidade em seu ponto mais profundo. Aqueles que já visitaram essa região podem atestar que esse seria o lugar perfeito para um monstro se esconder, por estar coberto em constante neblina e ser muito, muito frio.


View Larger Map

A história sobra a origem desse monstro é bem conhecida na Islândia...

Era uma vez, há muito tempo atrás, uma mulher que morava no distrito de Hérað, perto do rio Lagarfljót. Ela tinha uma filha, para quem deu um anel de ouro. A filha perguntou à ela como seria possível lucrar o máximo possível com o anel, e a mãe disse que ela deveria colocar o anel embaixo de uma serpente, e dentro de um baú. Assim o anel cresceria junto com a serpente. A serpente ficou lá por vários dias. Mas quando a garota foi olhar dentro do baú, a serpente tinha crescido tanto que o baú estava quase quebrando. A garota ficou com tanto medo, que ela jogou o baú no rio, com a serpente e o anel dentro.

Algum tempo depois, algumas pessoas disseram ver uma grande serpente na água, e ela começou a matar animais e gente que chegassem perto demais do lago. Algumas vezes ela ia às margens e cuspia um terrível veneno. Os habitantes da região estavam muito preocupados com esse ameaça, mas não sabiam o que fazer. Finalmente, dois xamãs finlandeses foram contratados para vir à Islândia para matar a serpente e recuperar o anel de ouro.

Os xamãs finlandeses pularam no rio, mas logo voltaram à superfície. Eles disseram que não havia solução para esse problema, que a serpente era inderrotável; não era possível matar a serpente ou recuperar o ouro. Mas eles mergulharam várias vezes, e finalmente conseguiram amarrar a cabeça e a calda da serpente ao fundo do lago. Desde então a serpente nunca mais foi mais capaz de matar ninguém, animais ou gente, mas às vezes ela flexiona o seu corpo que pode então ser visto na superfície da água, e é isso que se vê desde então e até hoje na superfície do lago.

|

Nevepocalipse

Nessa semana nevou mais do que eu já nos meus cinco anos aqui na Islândia.

Essa é a varanda do meu apartamento hoje de manhã:

balcony

E se eu quiser fazer um churrasco nesse inverno, vou precisar de uma pá:

balcony2

Quando eu estava voltando pra casa, meu carro ficou atolado na neve e tive que chamar um guincho, daí o caminhão com o guincho atolou na neve também e tiveram que chamar um guincho ainda maior.

Um colega de trabalho me contou que um vizinho dele tinha chamado a polícia ontem porque achou que o carro dele tinha sido roubado do estacionamento da empresa onde ele trabalha. Mas depois de algum tempo de investigação, descobriu que o carro estava no mesmo lugar onde ele tinha deixado, só debaixo de uma montanha de neve. Só porque mesmo que essas coisas acontecem!

…olhando essa foto do centro de Reykjavík, dá pra ver essa história é bem possível:

snowrvk

Tanta neve assim é bonito, mas problemático.
|

Fogos do ano novo em Hafnarfjörður 2011-2012

Nesse ano eu passei a virada de ano aqui na Islândia, em casa mesmo. O mais interessante do reveilon na Gelolândia é a tradição das família comprarem grandes quantidades de fogos de artifício para soltarem exatamente na virada, e o resultado é que o céu das cidades islandesas fica repleto de fogos coloridos em todas as direções que você olha.

Esse vídeo eu fiz da varanda do meu apartamento na cidade de Hafnarfjörður, que é um subúrbio da capital Reykjavík:



Gleðilegt nýtt ár!

Clique aqui para ver as fotos dos fogos da virada do ano
|

Þorláksmessa e skata

Hoje, dia 23 de dezembro, é tradicional na Islândia de se comer um peixe chamado “skata”, um tipo de arraia, que é servido apodrecido (ou fermentado. O fedor desse peixe apodrecido é inacreditável, é de se lacrimejar só de ficar no mesmo ambiente.

Hoje no trabalho um dos meus colegas passou perto da minha mesa eu eu senti o fedor do tal peixe. Quando perguntei, ele confirmou que tinha ido à um restaurante na hora do almoço para comer a tal “iguaria”, que tinha obviamente impregnado as roupas dele com o seu mau chuiro distinto.

Eu já comi bem pouco esse peixe algumas vezes, com um bloco de manteiga acompanhando pra ajudar a descer, mas eu não consigo comer, o cheiro é forte demais. Tem gente que até cozinha esse peixe no quintal, porque senão a casa fica com esse cheiro horrível por dias.

Outra tradição de hoje, o dia que os islandeses chamam de
Þorláksmessa (“a Missa do Santo Thorlákur” - o santo padroeiro da Islândia), é terminar de comprar os presentes de natal nesse dia. As lojas ficam abertas hoje até às 11 da noite.
|

mercados de natal

Desde que mudei aqui para a Gelolândia eu sempre visito os mercados de natal nessa época de fim do ano. Gosto de conferir os enfeites, especialmente os que incluem o Gato do Natal e as figura natalinas islandesas, e mais as comidas, artesanato, etc. Nesse ano tive a agradável surpresa de descobrir vários novos mercados de natal, fazendo desse fim de ano o de clima mais natalino até agora.

O mercado de natal que sempre visitei é o de Hafnarfjörður, um dos subúrbios da Grande Reykjavík, esse me parece ser o mais tradicional e mais movimentado dos que eu conheço. E como eu moro em Hafnarfjörður, é pertinho e vale à pena fazer algumas vezes a curta caminhada para conferir as barracas. Esse mercado tem bastante enfeites de natal, tem um palco com atrações freqüentes para crianças e também corais cantando músicas natalinas, e ainda uma barraca do convento de freiras polonesas onde eles vendem enfeites que são sempre populares com os islandeses.

cmarkethaf1

cmarkethaf2

cmarkethaf3

cmarkethaf4

Um dos mercados de natal novos nesse ano é o de Kopavogur, outro subúrbio da capital. Esse tinha mais roupas e acessórios, e nem tantos enfeites, mas ainda assim algumas coisas interessantes para se conferir.

cmarketkop1

cmarketkop2

cmarketkop3

E finalmente, outra novidade desse ano, é o mercado logo no centro de Reykjavík.

cmarketrey1

cmarketrey2

cmarketrey3

Clique aqui para ver a galeria de fotos dos mercados de natal
|