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O segundo papai-noel islandês - “O Homem da Ravina”

Hoje pela manhã as crianças islandesas encontraram em seus sapatos na janela, o presente (ou a batata, para os mal comportadas) deixado pelo segundo na lista dos papai-noéis que vem das montanhas, chamado Giljagaur, ou “Homem das Ravinas”. O nome se deve ao hábito dele de viajar furtivamente, se escondendo em ravinas, barrancos criados por enxurradas, entre as fazendas e cidades.

Nas fazendas, ele entra silenciosamente nos currais e espera até o momento em que os fazendeiros estão distraídos. Ele então saboreia o leites das vacas, bebendo primeiro a espuma que fica no topo.

Nas antigas fazendas islandesas, costumava-se a ter grandes barris com produtos derivados de leite, que eram uma parte vital da dietas dos islandeses.

Eu tenho em casa uma decoração de natal desse papai-noel islandês:




Existe um poema bem conhecido por aqui sobre ele...

O Homem das ravinas foi o segundo,
Com sua velha cabeça branca.
Ele veio da montanha,
e entrou no curral.
Ele se escondeu no estábulo
e roubou a espuma do leite,
Enquanto a fazendeira conversava
com o rapaz que trabalha no estábulo.


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