Nesse ano eu passei a virada de ano aqui na Islândia, em casa mesmo. O mais interessante do reveilon na Gelolândia é a tradição das família comprarem grandes quantidades de fogos de artifício para soltarem exatamente na virada, e o resultado é que o céu das cidades islandesas fica repleto de fogos coloridos em todas as direções que você olha.
Esse vídeo eu fiz da varanda do meu apartamento na cidade de Hafnarfjörður, que é um subúrbio da capital Reykjavík:
Desde que mudei aqui para a Gelolândia eu sempre visito os mercados de natal nessa época de fim do ano. Gosto de conferir os enfeites, especialmente os que incluem o Gato do Natal e as figura natalinas islandesas, e mais as comidas, artesanato, etc. Nesse ano tive a agradável surpresa de descobrir vários novos mercados de natal, fazendo desse fim de ano o de clima mais natalino até agora.
O mercado de natal que sempre visitei é o de Hafnarfjörður, um dos subúrbios da Grande Reykjavík, esse me parece ser o mais tradicional e mais movimentado dos que eu conheço. E como eu moro em Hafnarfjörður, é pertinho e vale à pena fazer algumas vezes a curta caminhada para conferir as barracas. Esse mercado tem bastante enfeites de natal, tem um palco com atrações freqüentes para crianças e também corais cantando músicas natalinas, e ainda uma barraca do convento de freiras polonesas onde eles vendem enfeites que são sempre populares com os islandeses.
Um dos mercados de natal novos nesse ano é o de Kopavogur, outro subúrbio da capital. Esse tinha mais roupas e acessórios, e nem tantos enfeites, mas ainda assim algumas coisas interessantes para se conferir.
E finalmente, outra novidade desse ano, é o mercado logo no centro de Reykjavík.
Um dos espetáculos mais fantásticos que se pode observar aqui na Gelolândia é um fenômeno chamado Aurora Boreal, que produz uma faixa de luz brilhante esverdeada que dança no céu. Auroras são comuns nas noites islandesas, e aparecem nas noites mais frias e de céu limpo.
A semana passada foi ótima para se observar a aurora na região da capital, e eu aproveitei para bater algumas fotos.
O melhor lugar para se observar esse fenômeno é longe das luzes da cidade. Como Reykjavík é uma cidade pequena, basta viajar dez minutos de carro para chegar ao campo e ter uma visão perfeita desse espetáculo mágico de luzes no céu.
Nesse último sábado tivemos a Noite da Cultura em Raykjavík (Menningarnótt), um evento anual que acontece desde 1996, com atrações culturais durante o dia e noite pelas ruas da capital islandesa.
As ruas do centro de Reykjavík estavam cheias, com 100 mil pessoas, um terço da população do país, comparecendo à festa. O dia abriu, como é tradicional, com a maratona anual de Reykjavík, e estava um dia bonito de sol.
Eu passei a tarde passeando, conferindo as várias apresentações de teatro, musica, pintura, e mercados de arteanatos espalhados pelo centro da cidade.
Muita gente mesmo nas ruas estreitas do centro da capital…
Fiquei com a impressão de que nesse ano os eventos foram numerosos mas de porte menor que nos anos anteriores, e com um foco bem maior em artistas islandeses do que artistas estrangeiros - provavelmente um efeito da crise financeira que ainda aflige o país.
Uma atração especialmente interessante foi que, o maior prédio de Reykjavík, a “Torre 1”, com uma fechada coberta de vidro, construído como um símbulo da prosperidade econônica islandesa, e que desde a crise está vazio por falta de inquilinos, estava aberto ao público. Eu fui até o topo, no décimo-nono andar, e realmente a vista de lá é magnífica. Esse prédio era pra ser parte de uma série de torres no centro financeiro da cidade, mas com a crise e falência da construtora e dos bancos, acabou ficando como um símbulo solitário ao colapso financeiro.
De lá de cima, a cidade, com seus telhados coloridos, parece de brinquedo…
Pelas ruas de Reykjavík, encontrei até uma brasileira, que estava pintando o rosto de crianças e vendendo lembranças de Manaus.
A nova sala da concertos e centro de conferências da capital, chamado Harpa, foi oficialmente aberta no Sábado. O prédio fica logo no porto de Reyjavík, na beira do mar, e tem uma aparência que salta aos olhos, com centenas de painéis de vidro em ângulos diferentes refletindo o brilho do sol no mar, fazendo um efeito quase que como um caleidoscópio.
E, é claro, o famoso cachorro quente do “Bæjarins beztu” ( “O Melhor da Cidade”), uma verdadeira instituição da capital, e frequentemente chamado de “O Cachorro Quente do Clinton”, devido ao presidente americano ter comido lá durante uma visita à Islândia, estava sempre com fila o dia todo.
O dia fechou com uma apresentação de canhões de luzes coloridas sobre a sala de concertos, e com fogos de artifício.
Todo ano em Junho acontece o Festival Viking em Hafnarfjörður, um subúrbio de Reykjavík. Uma vila Viking é construída ao volta do hotel e restaurante viking que fica no porto da cidade, e por uma semana são organizados vários eventos como encenação de batalhas, casamentos pagãos (válidos legalmente), torneios de arco e flecha, e sempre há várias tendas vendendo todo tipo de artigo ligo à cultura da era Viking na Islândia.
Desde que eu mudei aqui pra Islândia há quatro anos atrás, eu sempre compareço ao festival. Acho bem legal ver o entusiasmo dos islandeses em comemorar essa parte da história deles e preservar a cultura. Tem sempre muito gente que comparece vestida com roupas típicas da era Viking (na Islândia, do ano 850 à 1050).
Nesse ano tinha uma demonstração interessante de um ferreiro construindo uma espada usando apenas materiais e técnicas daquela era. Tinha também um torneio de arremesso de machado.
Eu recomendo para todos que tiverem a oportunidade de estar aqui na Islândia durante o mês de Junho, de conferirem essa festival.
Na sexta-feira passada se comemorou o Dia da Independência aqui na Islândia. No dia 17 de Junho de 1944, a República da Islândia foi estabelecida, cortando laços colonias de mais de 400 anos com a Dinamarca.
A data é comemorada no país todo com com várias atividades como paradas, bandas tocando, e parques de diversão montados especialmente para o dia.
Na região da capital Reykjavík é tradicional da população ir ao centro da cidade, com bandeirinhas e balões, celebrando o dia. Nesse ano o dia estava com sol e calor (quer dizer, calor islandês, de uns 11 graus).
Em Kópavogur, na região metropolitana de Reykjavík, havia um palco montado e uma banda tocando, e muita gente compareceu à festa:
Tinha várias pessoas, principalmente crianças, vestindo roupas tradiconais...
...ou algum tipo de fantasia...
... e ainda muitas crianças com a bandeira islandesa pintada no rosto...
Em Reykjavík as ruas estavam cheias. Eu vi até a cantora Björk passeando por lá com amigas e a filha pequena.
O verão chegou na Gelolândia, mas um verão um pouco diferente do que pelo menos nós brasileiros esperamos dessa estação. Olha aí a temperatura de ontem...
Apesar do frio, ou segundo os islandeses, do calor, tive uns dias bem agráveis na casa do campo da família. É bem comum por aqui se ter casas de campo. Essa casas muitas vezes só podem usadas no verão, porque no inverno a água congela dentro dos canos e assim não se pode ter água corrente. Algumas casas de campo resolvem esse problema enterrando os canos de água a um metro e meio de profundidade, mas nem todas foram construídas assim.
Uma coisa boa do verão por aqui é o sol constante. Digo bom porque o dia rende mais. O dífícil só é às vezes você conseguir descansar quando ainda parece que está cedo.
Essa foto aqui eu tirei na casa de campo nesse fim de semana, no vale de Skorradalur, ao meio-dia:
E esta foto abaixo eu tirei à exatamente meia-noite...
Outra coisa diferente do que estamos acostumado no Brasil é que não existe bicho nenhum no mato. O único inseto é um besouro pequeno que é ainda assim raro de ver, e moscas. Não tem barata, não tem formiga, etc. E claro, não tem cobra, lagarto, etc, o único bicho maiorzinho são camundongos. É bom pra se deitar na grama e esquecer da vida sem medo de formigas ou quaquer outro bicho.
Como só vamos nessa casa no verão, e já tinha uns nove meses desde a útlimas vez que estivemos lá, tinha bastante trabalho pra se fazer no jardim, removendo a lama acumulada e cortando os galhos das árvores que cresceram demais e ficaram no caminho. Olha só a minha ‘roupa de verão’ enquanto trabalhando no jardim...
Aliás, noutro dia quando eu estava comprando um casaco mais leve pro verão, eu estava pensando que só por aqui mesmo é que se compra um ‘casaco de verão’!
A midia aqui na Islândia está cheia de imagens da área próxima ao vulcão e do impacto que a erupção está tendo na vida das pessoas que moram em cidades e fazendas no sudeste do país. Essa foto abaixo, de uma menina de 7 anos correndo para salvar um pequeno cordeiro, foi de todas a que mais me chamou a atenção.
Hoje as cinzas da erupção chegaram mesmo aqui na região da capital. Tirei essa foto da janela da cozinha do meu apartamento. O céu estava aberto hoje, e a nuvem que aparece na foto é toda de cinzas do vulcão, que fica há 200km de Reykjavík.
Cheguei de volta do Brasil na tarde do dia 31 de Dezembro, e resolvi ficar em casa mesmo para celebrar a chegada de 2011.
Aqui na Islândia a tradição é que cada família compra seus fogos de artifício e todas juntas os soltam exatamente na hora da virada do ano. O resultado é que o céu das cidades fica repleto de fogos em toas as direções. Um espetáculo e tanto.
Aqui está um video que eu da varanda do meu apartamento em Hafnarfjörður, logo a meia-noite:
No momento me encontro no aeroporto em Londres, esperando o vôo para o Brasil. Estou dessa vez viajando pelo seguinte roteiro: Islândia-Londres-Lisboa-Rio-BH. De porta à porta, contando com as esperas entre vôos, são dessa vez cerca de 42 horas. Ufa! Mas estou muito feliz de passar o natal com a família e amigos nesse ano.
Eu morei no Reino Unido por sete anos, quatro anos em Londres, antes de mudar para a Islândia, e hoje aproveitei o grande período de espera por aqui hoje para ir passear pela cidade durante à tarde. Depois de morar tantos anos nesse país, é interessante que ainda tenho a sensação de "chegar em casa" quando desembarcando no aeroporto em Londres. Mas, tenho que dizer, que estou satisfeito com minha decisão de mudar daqui pra Islândia. Uma das características mais marcantes da vida em Reykjavík é o espaço, o vazio, as casa e prédios são espaçados e baixos, não se vê muita gente pelas ruas, o ar puro, e o fato de que em 15 minutos você chega à qualquer lugar dento da área da capital - eu estava pensando nisso e já com saudades, enquanto espremido no metrô londrino hoje à tarde.
Bom, vou perder o natal islandês esse ano, e os 13 papai-noéis que descem das montanhas um por um nos 13 dias antes do natal. Mas pelo menos estarei à uma distância segura do Gato do Natal, o monstruoso gato do tamanho de uma casa, que segundo as lendas devora as crianças que não tem roupas novas no natal!
Os 13 papai-noéis moram com sua mãe, chamada Grýla, que é um troll feioso e que assim como seu gato de estimação, devora crianças na época do natal. Olha só eu mesmo dentro do caldeirão da monstra, do qual consegui escapar logo depois dessa foto ter sido tirada no shopping center Kringlan em Reykjavík na semana passada:
Outra tradição islandesa de natal é decorar o exterior das casas com luzes coloridas. Quando eu voltar pra casa, logo depois do natal, ou vou tirar uma fotos das casa e ruas e colocá-las aqui no blog pra vocês verem.
Na sexta-eira da semana passada, aproveitei o que parece agora ter sido o último dia quente de verão para fazer um passeio numa área bonita aqui perto de Reykjavík mesmo, chamada Trollafoss (Cachoeira dos Trolls). Uma das melhores coisas de se morar em Reykjavík é que há apenas 20 minutos de carro do centro, você já está na natureza, sem nenhum sinal de cidade.
O nome dessa cachoeira vez das lendas islandesas da época do vikings, de seres chamados "trolls" que eram como pessoas monstruosas e feias, que viravam pedra se saíssem de suas cavernas durante o dia e fossem tocados pela luz do sol. Em volta da cachoeira existem mesmo vários rochedos que se parecem um pouco com rostos ou formas humanas, daí o nome do lugar.
No vale onde fica a cachoeira vi várias famílias ajoelhadas no chão catando frutinhas de arbustos baixos. Essas são as chamadas "krækiber" (parece que o nome em português seria "Empetrum") e "bláber" (que parece ser chamada em português "mirtilo"). Na volta da visita à cachoeira, eu também recolhi algumas dessas frutinhas, aproveitando o sol pra deitar na grama um pouco. Aliás, você pode deitar na grama na Islândia com extrema despreocupação, já que praticamente não existem insetos no país; não existem formigar, e somente uma espécie de besouro que eu nunca vi.
É interessante pra mim como brasileiro, que as cacheiras não são encaradas como no Brasil, onde sempre são um lugar pra nadar, para entrar em baixo, etc. Já por aqui ninguém pensa em entrar em baixo de uma cachoeira ou nadar no local, já que a água é sempre extremamente fria.
No último sábado foi a Reykjavík Culture Night, um dia cheio de eventos culturais espalhados pela cidade toda, da manhã até os fogos de artifício à meia-noite. Nesse ano o tempo estava bom e havia um público bem grande nas ruas da capital islandesa.
Uma grande parte do centro de Reykjavík estava fechada para carros, então aproveitei a oferta da prefeitura de transporte coletivo gratuito e fui de ônibus da minha casa em Hafnarfjörður para Reykjavík. Não me lembro de ter usado ônibus antes desde ter me mudado pra cá. Como eu havia mencionado antes, os ônibus aqui não são muito utilizados pela população em geral, mas só pelas crianças e idosos.
Eu comecei o dia indo ao Museu Nacional, onde participei de uma tour especial do museu. Depois fui visitar o edifício da loja maçônica da Islândia, que pela primeira vez estava abrindo suas portas para visitantes. Eu não sei muito sobre maçonaria, mas fiquei impressionado com o prédio, um verdadeiro palácio cheio de artefatos e pinturas antigas.
Uma parte interessante do dia foi ver gente de várias partes do mundo nas ruas da capital, muitas com roupas típicas e com com várias festas pela cidade organizadas pelas diversas comunidades estrangeiras.
Eu e um grupo de amigos fizemos um bom passeio pelo centro, tomamos umas cervejas, participamos de vários eventos, e nos divertimos bastante.
Nessa foto de satélite da pra ver a localização do vulcão na ilha, e como a nuvem de cinzas está sendo levada pelo vento direto em direção ao sul, e efetando uma parte bem pequena da Islândia.
Fotos da área da Islândia afetada pelas cinzas:
E mais algumas do vulcão em Eyjafjallajökull:
Relâmpagos logo acima da boca do vulcão:
Por enquanto a vida continua normalmente aqui em Reykjavík. Estou torcendo para o vento não mudar e trazer essas cinzas pro meu lado!
O vento contiua levando as cinzas da erupção em Eyjafjallajökull para o sudeste, em direção ao continente europeu. Quase todos os aeroportos na Europa contiuam fechados, no terceiro dia de interrupção do tráfego aéreo no continente.
Extensão da núvem de cizas:
Foto de stélite mostrando a nuvem de cinzas (clique para ampliar):
Aqui na Islândia, apenas a região sudeste do país está sendo afetada. A capital, Reykjavík, que fica no lado oposto do país não está sendo afetada, e o aeroporto internacional continua aberto.
Algumas fotos do sudeste da Islândia, pra onde o vento está levando as cinzas (Clique para ampliar):
Relâmpago logo acima do vulcão:
Foto das crateras do vulcão, feita com equipament especial para exergar sob o gelo da geleira:
As cinzas do vulcão islandês causaram caos hoje no resto da Europa. O espaço aéreo de todo o norte da Europa foi fechado, inclundo na Inglaterra, Escócia, Noruega, Irlanda, França, Bélgica, Dinamarca, Suécia, e Finlandia. Mais de 4.000 vôos foram cancelandos e não se sabe quando os aeroportos em todos estes países serão re-abertos.
O vento está levando as cinzas do vulcão na direção sudeste:
A capital islendesa, Reykjavík, e a maior parte da Islândia, não estão sendo afetada pelas cinzas. Isso porque, como pode ser visto no mapa acima, a nuvem de cinzas está sendo levada pelo vento na direção oposta da capital.
Os moradores de fazendas e cidade no na região sudeste da Islândia, no entanto, estão sendo avisados para usar máscaras quando fora de casa. Estas são algumas fotos da região hoje, repare em como o céu está escuro mesmo no meio do dia:
Essa magnífica foto foi tirada ontem por um fazendeiro no sul da Islândia, mostrando a nuvem de cinzas do vulcão avançando dobre a região costeira do sul do país.
Hoje à noite visitei pela segunda vez o único restaurante Brasileiro na Islândia. Funcionando desde Dezembro do ano passado, o restaurante Brasilia ("Brasil" em islândês), fica no centro de Reykjavík.
Essa noite foi especial, com um show no restaurante da talentosíssima cantora brasileira Jussanam Dejah, que mora aqui na Islândia e gravou no ano passado um CD com uma banda islandesa de jazz.
O restaurante estava cheio, com um misto de brasileiros e islandeses. Foi ótimo encontrar por lá brasileiros que eu já não via há muito tempo, e outros que eu só conhecia pela internet e que ainda não tinha tido a oportunidade de conhecer pessoalmente. E sempre me surpreende a quantidade de pessoas que diz ler esse meu blog!
É ótimo ter um cantinho brasileiro aqui na Islândia, que atende com tanta simpatia e tem comida deliciosa. Preciso voltar lá no sábado para a feijoada, que já me disseram que é muito boa. Recomendo o restaurante Brasilia à todos!
Aqui vai a foto da mesa da minha casa, com comidas típicas no fim de semana passado. Coloquei descrições nas fotos para identificar cada prato. Clique na imagem para ampliar.
Li nos jornais que nessa última semana antes do McDonalds fechar, 100 mil pessoas compraram refeiçoes nos três McDonalds na região da capital - o equivalente à um terço da população do país!
O sábado passado foi o último dia do McDonalds na Islândia. Fui ao McDonalds em Kopavogur me despedir do Big Mac gelolandês.
Minhas fotos do sábado:
Fila de carros no dia mais movimentado da história do McDonalds na Islândia
Fila para fazer pedido
A placa na frente do caixa diz "Big Mac esgotado"
Cardápio do McDonalds islandês
Refeição. Repare que as caixas são em alemão e não em islandês.
Ronald McDonald de mãos vazias, e a geração que irá crescer sem conhecê-lo.
Aproveitando que andou nevando bastante aqui em Reykjavík nos últimos dias, no último fim de semana construímos o meu primeiro boneco de neve (snjökarl). Foi uma experiência bem legal, e até a minha noiva gostou de voltar aos tempos de infância dela.
O clima tem estado bem frio aqui em Reykjavík na última semana, e eu aproveitei pra tirar umas fotos das paisagens de inverno. Neve pra mim ainda é novidade, e quando neva eu ainda vou pra rua com a câmera como se fosse um turista japonês na disneylandia!
Bom, algumas das fotos ficaram bem legais e eu gostaria de compartilhar com vocês.